NUBBORG!

A história conta a saga de uma raposa chamada Nubborg que após ser assassinado vai direto para o inferno, mas terá uma chance de voltar à vida se aceitar uma missão perigosa e emocionante rumo ao Egito para caçar e capturar um temível demônio que está começando a 4ª Guerra Mundial!

NUBBORG!

Agora a sua missão (leitor e escritor do protagonize) é continuar e finalizar a história com um impecável enredo! Tão bom quanto ao inicio original feito por mim (Rafaa Ruiz)!


Mostre para mim que você (seja homem ou mulher) é capaz de surpreender não a só a mim, mas a todos que depois forem ler na versão PDF revisado e pós-finalizado por mim para ser divulgado gratuitamente no meu espaço do SkyDrive Live e Google Docs e também no espaço dos coautores (você e tantos outros que se despuserem a tal ato), no termino os nomes dos coautores serão inseridos nos créditos do mesmo, tais como os links de seus respectivos espaços ou emails se assim quiserem!


Obs.: a continuação não sofrerá alteração no contexto e sim na ortografia se necessário. Pode e devem ser incluídos novos personagens, contudo a maior parte do enredo terá que ser focado no Egito e finalizado no Rio de Janeiro com Nubborg e Liza juntos!


Então leia a história com bastante atenção e dê continuação a NUBBORG...

 

 

 

NUBBORG!

 

Tabata, Tóquio, Japão.

 

Sábado, Abril, 00:13 AM, 2.154 - o ano em que se iniciará um novo conflito, a "4ª Guerra Mundial"!

 

A história do horror:

 

Meu nome é Nubborg Suhiymmi, apenas Nubborg, sou um espião da força secreta japonesa, não sou da raça humana, hum?! Ficou curioso? Pois bem, então antes de contar o início desta "maldita guerra", vou lhe contar como surgi e qual minha tarefa dentro da JFS, como dito, não sou da raça humana, sou descendente de raposa, isso mesmo, em 2.129 nasci, obviamente da barriga da minha mãe, ela era uma raposa muito linda, tinha lá seus 38 anos, é o tempo de vida animal calculado pelo terrestre, minha mãe não falava, já que por ser raposa nunca falou um "A" sequer! Meu contato com ela era de rosnado pra rosnado, muito famíliar para mim, afinal era o que sabia fazer e entender vindo da parte dela e das demais raposas da tribo, havia um grande líder, seu nome era Haiggamá Guj, todos tinham pleno respeito por ele, se algum de nós necessitasse de ajuda, ele estava ali para ajudar, desde que tive conhecimento, Guj comandava a tribo que ele auto denominava de "Tribo Nub", desde seus 15 anos de idade, isso foi devido ao falecimento de seu pai LiFoox, a morte dele foi um grande abalo à tribo, seu corpo nunca foi encontrado, tesmunhas raposas de tribos vizinhas afimaram que LiFoox forjou a própria morte, ninguém nunca acreditou, eu não acreditava... mas agora não dúvido de nada! Porém também não acredito em tudo que vejo, essa guerra é assustadora, minha querida mãe morreu tentando me salvar dos homens que começaram- a, hoje meu ódio é indescritível, estou prestes a desvendar o porque dessa maldita guerra que já levou todos conhecidos da minha tribo e até pessoas- humanas que ao longo de minha vida pós tribo eu conheci, certas eu amei de todo o coração... e entre essas poucas, há uma garota que verdadeiramente me apaixonei, Liza, esse é o seu nome, doce e bela assim como minha eterna e adorada mãe, mas Liza só têm uma coisa que minha querida mãe não teve, alma de humano. Minha alma é de raposa, assim como de minha mãe, mas nesses últimos anos ela passou à se tornar um pouco "humana", Liza me marcou e nunca esquecerei- a! Nunca! Espero um dia encontrá- la!

 

Quando eu tinha dez anos, que foi a exata época que LiFoox morreu, a tribo ficou sem um líder substituto, e assim ficávamos à mercê das surpresas da noite, nosso líder tinha o poder de espantar os espíritos ruins, os chefes das famílias defendiam os filhos e mães, havia uma raposa chamada Duttfy- Flay, chamavam- o assim, porque vivia "viajando nas nuvens", seu grande sonho desde pequeno era se tornar um bravo e respeitado líder da Tribo Nub. O destino é maravilhoso, mas às vezes é ódioso, nesse caso foi maravilhoso, pois nosso viajante Flay teve total apoio dos chefes de famílias, em pouco tempo ele se tornou tão respeitado que começaram à chamá- lo de "FlayFoox", eu era o único àquem Flay confiava seus segredos, ele nunca gostou de ser chamdo de "FlayFoox", ele dizia que sempre acreditou nas tribos vizinhas que juraram que LiFoox havia forjado a própria morte, Flay sabia que havia algo de estranho nisso tudo, chegou até me revelar que um dia, bem antes da morte de LiFoox, jurou de patas juntas, ter ouvido uma conversa onde LiFoox mencionava seu desgosto pela vida e pelos viventes da tribo, tudo que queria era ser diferente, falou coisas que não faziam nenhum sentido, coisas sobre um lugar chamado Egito, sinceramente nem eu tinha idéia do que se tratava, na época... "Egito, o que significa é isso"?

 

Minha convivência constante com aquele que já era meu amigo de longa data ficava cada dia maior, mesmo Flay tendo que cuidar e proteger a tribo. Nas horas de lazer, eu e ele iámos nadar no lago perto da tribo, era seguro, pois de tão razo que era que as águas límpias só chegavam até a metade de nossas patas, que coisa, né? Mas eram as melhores horas, pena seus compromissos já começavam cedo, aos primeiros raios do sol, Flay já tinha que estar de pé e averiguando se todos estavam bem, logo mais à tarde era descanso depois da refeição, e essa era hora que iámos nadar e contar nossos segredos, mas à noite, um pouco antes do sol se pôr, Flay reunia toda a tribo e logo fazia o ritual sagrado onde ficávamos dentro de um círculo protetor, tinha todo um rítual, assim que o círculo se fechava todos nós podiámos dormir tranqüilhos sabendo que nada entraria alí, nem sequer uma folhinha de uma árvore, e era engraçado às vezes que não coseguia dormir, ao mesmo que tempo imagina como Flay fazia o círculo para as folhas que caiam sempre ficassem paradas no círculo invisível, eu também pensava o que seria "Egito"? LiFoox realmente morreu, e por mais que círculo nos protegia, dava para ver a vasta e sombria escuridão da floresta, dava arrepio, quando o fato de só imaginar que LiFoox podesse estar vivo ou mesmo morto, e estivesse alí entre os arbustos ou entre as árvores, nos espiando, eu não pensava duas vezes e corria à colocar a cabeça no colo de minha mãe, eu sabia que ela me protegeria, e nem LiFoox, nem ninguém poderia de forma alguma me fazer mal! Confesso que em noites como aquelas, eu dormia quase gelado de tanto medo! E ainda durmo!

 

Quando fiz 13 anos, algo assustador aconteceu, a tribo estava descansando, por volta da tarde, era véspera de meu aniversário, estava muito feliz, minha mais linda como sempre, Flay me dava parabéns antecipados à toda hora, eu sabia que já era zoação dele, mas ele me chamou de canto e disse que noite outrora havia sonhado com a volta de LiFoox, porém ele tinha mudado muito, sua alma não era mais a mesma, já imaginando como ele aparecia no sonho de Flay, eu me gelava, nãos sei, mas algo de tenebroso estava para acontecer, Flay me contou no sonho, LiFoox tinha uma filha, meiga e angélical, seu coração era diferente, era totalmente humano, eu não consegui entender a princípio, e para finalizar o sonho, Flay me contou algo que deixou meus olhos sem brilho... de medo... de tanto medo, LiFoox falava meu nome, sua filha o impedia de me matar, mas porque isso? O que o sonho de Flay quis me revelar na época, posso lhe garantir que não foi coisa boa! A maldita 4ª Guerra Mundial que ocorre nesse momento, foi iniciada três após Flay me contar sobre o sonho! Os três dias que se sucederam depois, foram uns dos mais demoníacos de minha vida!

 

Ao terceiro dia se tornará demônio!

 

Nesse mesmo dia em soube do sonho de Flay, foi algo inesplicável na época, nossa tribo foi invadida por seres humanos, eles estavam armados, eu já sabia que aquelas coisas metálicas e que tinham um buraco no fim do cano, se chamavam armas, Flay e eu fomos os primeiros a vê- los invadir a tribo, por medida de outras necessidades, o círculo nunca era fechado durante o dia, e nesse dia não foi diferente, quando nos demos conta do imenso perigo que ameaçava à todos, decidimos avisar o resto da tribo, mas nossos passos num instante se parálizaram ao ouvirmos vários sons assustadores, e quando ouvimos os gritos de socorro, ficamos sem reação, eu que sempre defendi minha mãe e Flay que por ser líder sempre defendera à todos nós, não fizemos nada! Só me lembro de um humano se aproxiamar de nós e mirar aquela arma, não pude fazer um movimento sequer, só fechei os olhos e um tiro foi disparado, comecei à chorar, e assim que abri os olhos, vi Flay caido no chão, sangrando e tentava me dizer algo, mas suas palavras eram baixas e sofridas, meu choro também atrapalhava à ouvir, ele morreu me defendendo, em seguida meu destino dolorosamente mudou para sempre, comecei à ouvir uns rosnados de dor, era ela, minha querida e adorada mãe, ferida e com um sangramento que não estacava, mamãe tentou me defender com unhas e dentes, e não digo literalmente, eu sabia que ela iria me proteger e sempre imaginei que mamãe seria imortal, mas um segundo tiro me provou o contrário, meu futuro tinha acabado, já não tinha mais minha querida mãe para sempre ficar do meu lado! Sem nem tempo de beijar o resto dela, fui agredido e levei uma pancada na cabeça, naquele instante desacordei e quando acordei... Percebi estar em um lugar que não parecia minha floresta, ouvia vozes estranhas, e aqueles mesmos humanos que mataram minha mãe e Flay, estavam alí comigo, me senti acuado, preso em algemas, não conseguia entender o que se passava, nem lembrava que dia era aquele, talvez já tivesse passado dias, meu corpo estava machucado, sentia dores fortes nas patas, e toda vez que chorava, abaixava a cabeça e ficava vendo aquela cicatriz horrível em meu olho esquerdo, à princípio eu enxergava muito bem, me alimentava só de uma água imunda e resto de ossos, fui tratado como um lixo, a cada vez que olhava para um deles, meu ódio crescia, sempre tive um coração puro, minha mãe me educou assim, mas eu tinha que mudar, tinha que ser agíl, forte e agressivo! Um humano se aproximou de mim, se abaixou e me olhou nos olhos, nesse instante senti medo, o que ele falava eu entendia, mas mexia um músculo sequer, o humano se dizia ser um General, seu nome era General Loopz, um ser arrogante e já se tornando meu inimigo número 1, seus soldados sempre obedeciam suas ordens, e eu era sempre o motivo de várias de suas ordens de tortura, já não aguentava mais aquela de colecionar cicatrizes, meu ódio fervia, eu ia explodir e era o que desejava, queria explodir... explodir de tanta raiva! Eu jurei pelas almas de todos da tribo, que na primeira oportunidade eu mataria! Ataque mortal, direto na veia do pescoço, então estava doido para chegar a hora deles rirem com o Demônio! Hah haha!!! E riram!

 

O primeiro dia...

 

Nesse dia fui acordado depois de mais de duas horas de espancamento, estava dolorido e quase sem forças, mas tive que acompanhá- los. Os soldados me levaram para fora do lugar em que estava, era noite, o tempo estava fresco, mesmo algemado eu não via a hora de fugir, e minha liberdade estava perto de mim, me colocaram diante de uma floresta, foi à chance perfeita! O General Loopz veio em seguida e ordenou que me soutasse, me senti livre, mas não entendi sua atitude, pelo menos até o então da libertação. Não sabia se fugia ou ficava parado, e sem dizerem mais nada, voltaram para dentro daquilo que chamavam de base- milítar e nunca olharam para trás, eu fiquei com muito receio, mas era minha chance e não podia desperdiçar, apesar de todo ódio que senti, não desejava mais voltar para acertar as contas, e sem também olhar para trás, fui embora correndo ao quanto podia aguentar! E, mesmo estando machucado, eu não desisti, a noite que se iluminava com as estrelas, me fazia de luz seguidora por entre a floresta escura e sombria, e comecei a pensar em coisas assustadoras, de jeito nenhum quis olhar para os lados, se houvesse alguma lá, que ficasse pra lá, uma das coisas mais mirabolantes que vinha à minha mente era, será que a alma de LiFoox me vigiava? Ele realmente queria me matar, como no sonho de Flay? E eram pensamentos tão ruins, que eu conseguia ter forças não sei da onde para correr e sair o quanto antes daquela floresta. Após alguns minutos de corrida, finalmente eu via a claridão do céu, era de fato o fim dela, mas meu presentimento me dizia algo, e não era bom, logo que sai da floresta, senti uma vibração negativa que cobria toda uma área rural, após a floresta só havia um imenso campo, nenhum tipo de animal círculava por lá, parecia deserta, eu juro que fiquei com tanto medo que resolvi voltar! Nessa volta, achei que se eu corresse de novo para perto da base e esperasse amanhecer, saberia que rumo tomar, eu fiquei com essa idéia na cabeça e sempre de olho, e mesmo que estivesse voltando, não queria ficar às vistas do General e seus soldados, mas por mais que eu corresse e sentisse o cheiro do rastro que deixei, não conseguia encontrar o caminho, descobri naquele momento que me perdi, parei e desesperadamente tentei cheirar o caminho que eu lembrava de fazer, meu olfato era bom, na floresta da tribo eu nunca me perdia, mas agora estava sem saida, sem direção, à medida que eu escultava as copas das árvores se balançarem e sons das corujas, minhas patas ficavam trêmulas, senti um calafrio aterrorizante, minha imaginação parecia que também me ódiava, começava me fazer vê coisas surreais, por mais que fossem apenas mato e árvores, só conseguia ver monstros, demônios e levei um susto que parou meu coração de verdade, quando vi nítidamente a alma de LiFoox vindo em minha direção, ele segurava um punhal ensangüentado virado para baixo, o sangue caia, parecia ser real, e o que me impressionou para que meu coração parasse, foi seus olhos, notei que LiFoox tinha seus custarados com fibras finas de espiga- de- milho, parecia um espantalho, horrível, e pude também notar que sua pele sendo devorada por vermes, mas aqueles vermes... Quando ele chegou mais perto, tive a impressão de ver no lugar de vermes, humanos pedindo socorro! Assombroso, foi o que me pareceu.

 

No segundo dia...

 

Acordei com forte dor perto do coração, pensei estar morto, mas eu ainda parecia estar na floresta, a escuridão já não tinha mais, era dia, olhei em meu corpo e não vi nada de anormal, eu estava bem... mas um pouco assustado com o que vi na noite que se sucedeu, tinha que acreditar que era só uma ilusão, pra mim, LiFoox estava morto e não podia me atormentar, então passei a procurar por uma saida, mas não que desce nem na base e no campo, quanto mais eu andava ou corria, minha fome só aumentava, não tinha o comer, e também não havia rio por perto, seria ideal comer peixe, sem ajuda, me deparei que era tudo por minha conta, se eu quisesse sobreviver, tinha que me mater vivo, mas não foi fácil! Horas e horas andando, nenhuma saida e nem comida, vi as coisas ficarem escuras, minha cabeça doia muito, era o sinal que se não comesse, poderia até... Quase que tropeçando entre as patas, me escorei numa árvore senti desmaiando, e foi nesse instante que fui salvo pelo gongo, havia maçãs caidas, mesmo não conseguindo olhar para a árvore, deduzi que seria uma macieira, uma sorte inesperada por mim, comi todas que consegui aguentar e pensei em levar algumas para viajem, minhas habilidades em subir em árvores eram formidais, quebrei um galho cheio de maças e o levei arrantando, foi uma medida para que eu não passasse fome na minha estádia pela floresta, com minhas forças quase recuperadas, decidi forçar o poder natural do olfato, sentia cheiros de macacos, plantas e inclusive o do campo com energia negativa, para aquele parte eu não iria, e nunca fui, senti um delioso cheiro que machou a atenção, ao segui- lo, me deparei diante de longinqüas torres cinzas e brancas, possuiam vários formatos e tamanhos, mas para chegar até lá, eu tinha que atravessar o campo que estendia até aquela parte da floresta, fiquei curioso mas tive coragem de atravessar, busquei outro caminho, o sol estava quente, dava pra perceber que era a tarde, de todo modo queria sair daquele lugar antes que escurecesse e determinei isso, ainda carrengo o galho de maças, agradeci tudo o que era mais sagrado, pois encontrei uma passagem feita de madeiras, era uma ponte, uma rota, mas o campo ainda nessa direção, porém ele acabava quase perto da ponte, não tinha outra saida, e de qualquer modo eu não ia passar pelo maldito campo, tive que comer as três últimas maças e corri tão depressa que evitei de olhar pro campo, era enorme mesmo, nunca havia visto um lugar daquele tamanho, agora eu ia conhecer o que eram aquelas torres, até porque o cheiro delicioso vinha de lá.

As torres eram realmente enormes, do morro em que eu estava, avistava- as, na verdade eram prédios, eu até o momento não sabia, mas minha curiosidade só aumentava, além dos prédios, também via coisas andando com humanos dentro - os veículos, uma raposa á enfrentar o grande desconhecido, desci do morro e fui em direção dos prédios, assim que desci eu me vi diante de um chão estranho, era uma estrada, a placa do outro lado dizia: "Tabata, Tóquio", nomes interessantes, na minha mente me pareciam ser de "tribos de humanos", mas depois de um bom tempo eu vi que não era bem isso... parecido! Eu comecei a adimirar aquela "floresta", mas num segundo tão imprevisível, fui atropelado por um veículo, não vi como aconteceu, foi rápido, depois de caido e cor fortes dores pelo corpo, percebi a presença de humanos, fiquei com medo, me lembrei das torturas que os soldados me fizeram, queria fugir, mas não conseguia me mexer, entrei em pânico, os humanos se aproximaram, um deles se direcionou e abaixou- se na minha frente, seus olhos brilhavam, nunca vi um humano belo, sua voz era suave, parecia estar muito preocupada comigo, passei naquele momento à compará- lo com minha mãe, não era agressivo e nem fedia como os soldados, descobri então que se tratavam de duas fêmeas, os humanos as chamam de mulheres, mas essa em especial era tão doce e bela, igual minha querida e adorada mãe, me senti bem apesar de ferido, a outra humana tambám estava preocupada, quando ouvi pela primeira vez o seu nome, fiquei encantado, a outra humana a chamou de Liza, não pude entender, mas meu coração bateu de um modo estranho, não era como me sentia perto de minha mãe, que me sentia seguro, era mais especial, eu me vi definitivamente apaixonado por uma humana, Liza me trouxe a alegria de viver novamente, declarei à partir daquele dia até hoje que amaria- a mesmo não me amando! Seria impossível uma humana se apaixonar por uma raposa!

O mais incrível foi que as mulhres me levaram para um curandeiro - um veterinário, era o sinal que realmente se importavam comigo, eu estava muito machucado, depois de horas de curativos, devido também aos hematomas de espancamentos, fiquei repousando por todo aquele dia, Liza e sua amiga que se chamava Beth, se despediram de mim, eu estava feliz pela compaixão das humanas, mas num surto, ganhei um beijo de Liza no rosto, meu coração palpitou forte, mas eu sabia que tinha que esquecer essa história de apaixonar- se por uma humana... por aquela humana! Assim que foram embora, fiquei desconsolado na espectativa de que ela voltasse no dia seguinte... então adormeci!

 

No terceiro dia um demônio se tornará...

 

Acordei ouvindo vozes, havia outro ser humano de roupa branca e com algo na mão, era uma injeção, fui sedado e só escultei uma voz doce dizendo que iria me levar pra casa, não tive nem tempo de saber se era Liza. Quando me dei por mim, eu estava num lugar agradável recebendo caricias dela... Liza estava alí, achei naquele momento que ela também estava apaixonada, nesse instante fomos interrompidos por outro humano, era seu pai, mas ao vê- lo um ódio surgiu dentro de mim, o pai de Liza era o asqueroso General Loopz, e é claro, ele me reconheceu, sua atitude foi ignorante, insultou Liza, eu entendia tudo, mas eles não entendiam o que eu falava, meu rosnado e o ódio em meu olhar frio, assustou- o, ao tentar atirar em mim, Liza se jogou na minha frente, aquela cena me comoveu, pude perceber sua bravura assim como tinha minha mãe, apesar de não me matar por proteção de sua filha, o General disse claramente que mais cedo ou mais tarde, eu estaria morto, e quando saiu furioso, Liza me abraçou, senti de verdade que nela eu podia confiar minha vida, mas infelizmente o General iria mesmo cumprir o que dissera, logo à noite, Liza estava dormindo, escultei um rangindo no asoalho do piso, cada vez mais o rangido se aproximava, percebi quando a porta era aberta por um humano com vestias escuras e encapuzado, numa fração de segundo senti algo tocar meu pescoço, desmaiei... fui novamente acordado e agredido, o humano disfarçado era o pai de Liza, sinceramente achei que era meu fim, e, talvez foi... O inferno é horrível!

 

Senti minha alma queimando como fogo em alto temperâtura, o mundo parou ao meu redor, não via mais nada nítido, olhava para o céu e vi raios que queimavam nuvens cinzentas, um verdadeiro "show de horror", achei que eu estava no inferno, olhei para o meu corpo e não via mais cicatrizes e hematomas, mas meu corpo estava dolorido, e uma intensa dor vinda da nuca me fazia ficar zonzo e quase sem fôlego, ao tentar passar a mão na nuca, assim que a olhei, estava cheia de sangue, deduzi então... que eu estava morto com um tiro na cabeça!

 

Os gritos de desespero de pessoas eram aterrorizantes! Minha alma sentiu um gelo que mais fez parar meu coração, porém mesmo morto, me senti sulfocado, o calor era insuportável, uma névoa começou a cobrir o local de minha morte, a casa de Liza que ainda dava pra ver, estava desaparecendo, ouvi uma voz, e reconheci, era de LiFoox, aquela mesma visão que eu tive na floresta, estava acontecendo de novo, ele estava bem alí diante de mim, meu ex- líder me contou algo que eu não quis acreditar, fez revelações surpreendentes, LiFoox me jurou que não forjou sua morte, mas sim, foi assassinado, alguém muito querido por mim fez isso, ele foi empurrado de um penhasco onde meditava, sua morte foi fatal, mas antes ele conseguiu ver o rosto do assassino, e era ninguém menos que Flay! Não concordei com nada de que me disse,  mas soube então: "Flay planejou minha morte para assumir meu lugar, no dia do ataque, ele foi até o campo do General Loopz, e ativou uma tal de bomba núclear, Flay sabia o que estava fazendo, e programou- a para ativar dentre 7 dias no mundo dos humanos, só restam 4 dias, não sei o motivo, mas com isso ele provocou a ira dos humanos que invadiram e assassinaram à quase todos da tribo, e por mais que ele não queria que isso acontecesse, foi o próprio que provou"! LiFoox também me disse que o futuro da Terra dependia de mim, e se eu quisesse salvar e inclusive Liza, eu teria que me tornar um demônio, mas para isso, minha alma seria comprada por um custo muito alto, era minha única opção, porém consegui fazer um trato com o chefe das almas, ele me transformava num demônio com aparência de humano e em vez de minha alma ser vendida, eu caçaria outros demônios fora da lei, e os levassem de volta para o inferno! Meu acordo demorou 2 dias, e mesmo eu sendo jovem, meu objetivo era poder vigar minha morte e as mortes de meus entes queridos! O prazo terrestre para a bomba ativar e matar milhões de seres, estava acabando, pois justo faltando um dia para acontecimente, o Chefe das almas me tornou um demônio com aparência de raposa, eu andava como os humanos e falava, ele então me concedeu um sabri de luz que somente eu poderia usar, e só eu sei como funciona, ganhei técnicas de combates e habilidades pára- normais, antes de ir para a Terra, me despedi de LiFoox e jurei que fazeria justiça para que sua alma podesse ir pro paraíso!

 

Assim que regressei a Terra, me vi um ser estranho, uma raposa que andava e falava como os humanos - como Liza. Mas eu sabia que tinha um dever a cumprir e desse dia em diante é o que venho fazendo a todo custo, mando os fora da lei de volta ao lugar de onde nunca deveriam ter saido! Com sorte impedi a destruição da bomba, um agente do governo me convidou á trabalhar numa organização secreta chamada JFS, eles alegavam que por mais que a terrível 4ª Guerra Mundial não estava longe de ter um fim, e por mais que o General Loopz fosse o princípal acusado, o governo não tinha provas, mas algo chamou nosso interesse, o próprio General quis se aliar ao governo, ele queria provar que não tinha nada á ver com a ativação da bomba, mas disse que por meio de suas fontes, um audacioso bilhonário queria de fato fazer acontecer uma 4ª Guerra Mundial, ficamos durante anos espionando todas as rotas comerciais desse bilionário, e há dois dias fomos atacados de surpresa, e como havia dito desde o começo: "eu perdi colegas e nunca encontrei Liza, o General Loopz me disse que ela foi fazer uma viagem antes do maldito início da guerra"!

 

DOWWMNN!! DOWWMNN!! DOWWMNN!! (explosões por todos os lados)

 

 

- Estou sozinho no meio dessa maldição!

- Algo me diz que...

 

Shiih... hhh (sinal do scouter)

 

- Pode falar chefinho!

 

- "Você muito mau criado em Nubborg, quantas vezes já disse que é para me chamar de Emma Daioh"!

 

- É que eu tinha me esquecido!

 

- "Cara, você tá ruim da memória já faz 25 anos então, heim"!?

- "Bom, mas o caso é que um espectro empregado localizou um demônio muito forte no Egito. Talvez seja o nosso causador do ínicio dessa guerra aí na Terra"!

 

- E como vou para o Egito, "chefinho"... ops!? Senhor Emma?

 

- "Hum! Dessa vez passou, heim! Vá para o aeroporto particular de Tabata, pegue qualquer coisa que voe e vá para o Egito"!!

 

- Si... Sim Senhor!

 

Nubborg desconfia que esse demônio tenha ligação com o que supostamente Flay disse uma vez a respeito de que LiFoox falava coisas sobre o Egito, será que depois de tanto tempo a verdade virá à tona? Quando ele foi para o inferno e encontrou com Li, nem passou por cabeça em perguntar se era ou não verdade, mas Nubborg já não acredita em tudo que vê e nem desacredita, sua missão como foi feito no tratado, ele já mandou vários demônios de volta ao inferno, e esse só será outro!

 

Ele escala um enorme prédio numa incrível agilidade, essa é uma de suas técnicas, seu faro indica que há aviões por perto, é verdade, o seu olfato foi agunçado 14x mais, estando à cerca de 58 andares, Nubborg visualiza o aeroporto que seu chefinho disse, e por haver cinco ruas e mais um monte de árvores e carros queimando, ele se impulsiona e dá um super pulo, chegando à ultrapassar o seu recorde anterior de 54 m, agora com 79 m!

 

VUUOPH... (salto) HYOHHHHNN... FIUUUHHHHHH!!!! (o salto rasgando o ar)

 

- Vamos! Vamos! Quero quebrar meu recorde!

- Quem sabe eu não entro para o "livro dos recordes"? Seria demais!!

- Yiii... haaaaaaa!!!!!! Segura Nubborgão!!!!!!!

 

Por mais que ele seja brincalhão, o que se passa no mundo é muito preocupante a ele, Nubborg quer não só acabar com essa maldita guerra, mas também a todos que o fizeram mal, princípalmente o General Loopz! Quando o General pediu uma aliança de informações, Nubborg se controlou para arrancar a cabeça dele alí mesmo na sede da JFS, mas sabia que primeiro tinha que contar a ajuda do seu inimigo número 1, sua sede de vingança é inevitável mesmo sabendo que é o pai de Liza!

 

TAHH!! (aterrissa com os pés)

 

Com soldados por todos os lados, ele ativa seu sabri, ao perceberem a presença do indivíduo "Nubborg", os soldados metralham- o, desviando de milhares de balas, ele não vê outra saida senão gongelá- los, com a mão esquerda livre, ele faz aparecer pó de cristais e joga contra os soldados que sem tempo de revidar são congelados, essa técnica é mortal, mas Nubborg fez essa para apenas congelamento temporário, com o caminho livre ele se dirige para um dos boing's, antes de entrar ele visualiza e sinal limpo entra e dá partida, o que ele tem que fazer é torcer para ninguém o abater!

 

VUUUOOOONNNW... (o avião vai levantando vôo)

 

- Isso! Espero não me detectarem!

 

Nubborg faz o avião subir o mais alto possível, assim será mais fácil desviar dos míssieis, com o vôo panorâmico sobre as terríveis destruições da cidade de Tóquio, ele não vê a hora de mandar o desgraçado para o inferno e depois procurar Liza, também tem o General Loopz, mas se suas espectativas se concluirem, então poderá mudar o destino de Loopz, só irá depender dele - do General!

 

 

HYUUU... HYUUUUUUUU... NNNHHHHHHHHHHHHUUU... (o vento está muito forte e frio há mais de 100 Pés *3.048,0m)

 

 WHYYNNNNHHHH... (o avião de Nubborg voa a toda velocidade)

 

 Nubborg está ansioso para o encontro com o demônio, suas habilidades estão formidáveis, ele não se gaba 100% até porque sabe que possa existir um demônio mais forte do que ele já travou batalha, e também não sabe qual é á força de seu novo inimigo, isso explica sua ansiedade, mas nesses últimos dias o que vem preocupando-o é como Liza está sua viagem? Nubborg tentou contatá-la há dois atrás no Rio de Janeiro, Brasil, mas o gerente do hotel onde está hospedada lhe informou que só a viu no dia de entrada no hotel, desde então não foi pedido nenhum serviço de quarto ou outro qualquer, o seu quarto está trancado e só se pode ativar o código vermelho quando se têm suspeitas de desaparecimento, e o motivo ao qual não foi feito isso, é que no dia de sua entrada no Copacabana Hotel Rio 9 Stars, Liza Sayy Hàrigg, pagou uma semana de antecedência e pediu um mapa de roteiro, segundo o gerente Carlos F. Nares, se torna frequente e normal qualquer turista se hospedar e pedir um roteiro dos pontos turísticos do Rio, a cidade maravilhosa, é até notável que Nubborg esteja pensando que sua amada está apenas passeando e nada ruim acontecerá, mas se tratando de uma 4ª G.M., por mais que ainda o Brasil não foi atingido por mísseis nucleares, e isso não vai durar muito tempo, Liza correrá risco de vida se dentro de um semana não conseguir retornar ao Japão, o governo brasileiro já está preocupado com o inicio da guerra e teme que logo, logo o país será atacado e assim que revidar então os transportes aéreos; náuticos e ferroviários com acesso internacionais serão afetados e todo o pesadelo que aconteceu na 3ª G. M. recomeçará novamente, Nubborg quer evitar a todo custo que essa maldita guerra se propague!

- Até aqui tá tudo limpo Senhor Emma! (avisa-o á seu chefe Senhor Emma Daioh).

- "Tudo bem Nubborg prossiga com a viagem, não deixe os humanos te encontrarem ou você terá sérios problemas"! (responde Senhor Emma Daioh).

- Pode deixar chefinho... ops! Desculpa Senhor Emma Daioh! Haha... Até mais!

- "Você está querendo arranjar um jeito de quebrar mais rápido o acordo comigo né"? (o Senhor Emma Daioh enfatiza na bronca e se Nubborg não começar a chamá-lo com mais respeito, é Nubborg, tu tá na roça!).

 

 Nubborg compreende que o Senhor Emma Daioh é o grande chefe, mas também tem suas horas de piadinhas, ele que não comece a respeitá-lo pra ver!

- Ah! Que isso, ele é legal "Nubborguinho", o Senhor Emma não vai quebrar nosso acordo! Ah! Grande chefinho!

 

 Uma "chuva de projéteis" se espalha por as cidades, Nubborg voa muito atento para não ser detectado por mísseis inteligentes, seu espírito de raposa o faz vencer barreiras e enfrentar qualquer situação, é bom deixar claro que ele não imortal e nem tem poderes o suficiente para por um fim nessa guerra de uma hora pra outra, o acordo que fizera com o Senhor Emma Daioh lhe foi esclarecido que seus poderes paranormais só terão sucesso quando sua alma estiver equilibrada e o ódio não o dominar, ou seja, ele não deter nenhum demônio se estiver cheio de ódio ou querer fazer justiça com as próprias mãos, isso explica o fato dele ter se controlado com a presença de seu inimigo n° 1, o General Loopz, é muito obvio que sua sede de vingança contra sua própria morte será inevitável quando o bilionário que está no Egito for descoberto e sua amada Liza for encontrada para com ele estar à salva! Mas como o próprio já havia dito "no fim de tudo a vida de Loopz só dependerá do próprio Loopz"!

 

 00:35 AM...

 

 Ao quanto mais o avião se distancia de Tóquio, Nubborg só pensa em saber como sua amada está, mas no meio da destruição e caos um Mine-GPS 94NSG* (Mine-GPS que rastreia qualquer nuclear short gun num raio de até 94 km), localiza um Jatinho-XT 783 que porta 6 nano-mísseis de 12,35 KW's, poder destrutivo o suficiente para acabar com uma pequena província, em instante o sinal é transferido para um dos oficiais da 18ª linha de frente e artilharia pesada da Suécia, ao interceptar o aviso, o Comandante Fredirik G. Trabügwsze dá ordem para abater o avião inimigo, no radar de Nubborg aparece o sinal vermelho, ele sabe o que significa e avisa ao Senhor Emma Daioh que pede cautela para não matar nenhum humano, isso porque no acordo só prevalece mandar os foras da lei de volta, portanto Nubborg não pode matar nenhum demônio porque eles já estão mortos e também não pode matar sequer um humano, senão sua alma ficará presa no inferno das agulhas  até o dia do juízo final, e até agora ele não matou nenhum ser humano, o Senhor Emma Daioh antes lhe dar a missão, fora os poderes paranormais revestiu seu corpo para suportar até a poderosa radiação e tiros que possa levar estando em campo, nesse instante o radar avisa que um míssil está vindo, Nubborg  diz pro seu chefe que levará o avião para uma outra rota, no GPS ele nota estar perto do continente africano...

 

 SHHUUWWNNNNNMMMMMMMMM... !!! (o míssil vem na cola de Nubborg).

 

 - Eu já esperava por você! Venha me pegar!!

 

 Nubborg leva o avião para a esquerda numa brusca tentativa de desviar do míssil, no solo, o Comandante Fredirik G. Trabügwsze observa pelo visor infravermelho do nano-binóculo o alvo se deslocando para a esquerda, ele apesar de seguro quanto ao abatimento dentre de instantes, manda dois soldados se posicionarem para abater com mais eficiência:

- Atenção!! Quero dois soldados posicionados para abater o alvo á 102 pés com ângulo de 3º ao norte de Tabata Junior High School, próximo a Kita! Quando abater esse infeliz eu quero que tragam "nem que seja seus restos mortais"!!

(continuação por coautores. Coloque seu nome artístico no inicio e ao termino da parte que você escrever, pode escrever quantas vezes quiser).

 

The End

0 comments about this story Feed